Pingando Palavras


01/10/2011


Amor Verdadeiro.

 

Escrito por Alexandre Andrade às 01h01
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27/09/2011


O desencanto do poeta.

Escrito por Alexandre Andrade às 00h42
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22/09/2011


DA FALTA QUE FAZ.

DA FALTA QUE FAZ


Um conjunto tão vazio são os dias
Numa tristeza incontida, percebida,
Por todos
Disfarçar seria uma tática, que eu
Por mais que tente, não sei
As manhãs cinzentas, anunciantes de sua ausência
Sofrida
Branquíssimas são as nuvens, do dia, com você
Sigo-te por outros, amigos, pergunto, procuro
Seu rastro
Mas quando não vem, e some
Já não vejo no céu aquelas mesmas nuvens brancas
De alabastro
De alabastro como seu sorriso aberto
Feito perto num entalhe de queixo, à mão talhada
À faca, de olhar esperto... castanhos
Da cor da tempestade que se anuncia
Já sabedor eu, mais uma noite que sem ti
Será fria...
Minto pra mim mesmo, poemo
Poemo?
Tento, não sai, vã consciência que sem disfarce
Me arrebenta os sentidos a gritar:
Você não está.
Onde foi, dourado sol que aquece e que brilha
Que a alegria irradia
De cascatas cores, variadas, de tons
Dourados, brancos e castanhos... de momentos tão únicos
Tão bons.
Musa que é, de fato e sabido: a mais bela
Que some me deixando inerte, irritado, a espera
A espera dos triplos beijos
Do sorriso mudo
Do jeito mimado
Do feitio encantado.
Volta pra mim, rápido e sem avisar
Me surpreende com o barulho do portão anunciando
Seu doce modo de caminhar a chegar
Abra a porta... e me olhe
Me mostra sua face sorridente
E me faça sorrir, e me faça te pedir
Pra jurar que isso não irá mais se repetir
Nunca mais de perto de mim, vai sair...
A mais bela pra mim, e que seja sempre assim
Todos os dias, as noites, cintila: sem fim
Pois sem ti, não sou eu
E não é você, quando se mim
É fato pra nós, pra ambos, amantes
Que a falta entristece
E a presença, acalanta
Não me peça respostas
Tampouco pergunte
Qual força que move, essa afinidade enorme
E que a tristeza que era, só você que suplanta
Não nos permitamos duvidar
E fique comigo, até o pra sempre chegar
Pois só assim, os dias se colorirão de dourados, e não mais
Terão nenhum aviso de dor
Pois só você tira de mim
O maior do amor...

 

 

Escrito por Alexandre Andrade às 01h24
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20/09/2011


Permita

Escrito por Alexandre Andrade às 01h04
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19/09/2011


SINTO A SUA FALTA.

SINTO A SUA FALTA.

Sinto sua falta nessa noite, e nada me distrai
Queria sair com amigos, sorrir,beber conversar
Agir normalmente como sempre e não cismar
Mas essa sua ausência me incomoda e me retrai
Sinto falta do carinho que me transmite quando aqui estas 
Seu riso que traz aconchego para minha alma
A entrega nas nossas horas de paz e sintonia
As palavras trocadas sejam em prosa ou poesia
Sem a sua presença nessa noite ,nada me satisfaz
De saudade dói o peito,mas a dor é suave
Se agrava e em seguida mansamente se desfaz 
Tento me concentrar e escrever poemas de amor
Mas meu pensamento divaga, te procura
Escrevo, apago, não rimo,tento rimar,torno a tentar
E a noite vai se estendendo tão escura sem a lua 
O quarto está gelado, sinto a pele arrepiar`
Um passáro anuncia o amanhecer que ja vem vindo
Desconsolada redescubro esse sentimento de carencia
Carencia do seu amor,do seu carinho e da sua presença.

(by Faby)


 

Escrito por Alexandre Andrade às 01h30
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17/09/2011


Giralouco (doido é quem me diz, e não é feliz)

 

Loucamente eu ia te seguindo, assim, como a bruma

Filtrada em perfumadas folhas de carvalhos outonais

E te via, no filtrar, a luz da lua

Lua que nenhuma

Em suas mais grandes fases

Brilhava mais, do que eu esperaria, nem demais

Pois aquela luz, era branca, e natural, não que não fosse

Bela

Mas a que mais bonita se fazia

De fato era, a luz da flor, a flor amada, a flor amarela...

Girava loucamente como ela, ora... a flor amarela...

Girava e vigiava

Contornava suas pétalas, lisas, de caras lisas

Contornava suas curvas vis... servis

Delirava e a seguia...

A flor de luz amarela, no seu encanto

Indiferente a mim

ia

Tantas sementes vi cair, e algumas que cairam em mim germinaram

Tantas luas, tantos sóis, tantos invernos

E minha flor, permanecia. Alegria.

E quando lutando, adubando e chorando

Quando pensando, que não ia te ver brotar mais não

Que ia te ver ir embora e assim levar meu coração

E voltava, e comigo brincava

E ao pensar em colher e me alimentar

Eis que leio, que vejo...

Ferinos espetos, me machucar...

Louco fui eu te amar

Me diz

Me dizem

Todos me acham

E hoje eu também me acho

É loucura, por uma flor, sazonal

Por mais dourada e natural

Me apaixonar...

É...

Eu sou louco, e por ser louco e me dizer ser louco

Acabei me fazendo mal.

O sol se pôs, o louco dormiu

Eu me tratei

E de agora... te dou tchau.

(Alexandre Andrade)

 


 

 

Escrito por Alexandre Andrade às 01h25
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Girassóis.

"E plantarei alguns vasos de girassóis"

 -Qual nada, você nem vai se lembrar deles no meio de tantos afazeres

-Pense como você quiser,mas plantarei sim e cada um receberá nomes de acordo com as suas fases...

-Mas então serão todos "anjinhos" como eu

 -Até parece né? Vai ter o Pirracinha também!...


 

Escrito por Alexandre Andrade às 00h58
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16/09/2011


 
  
  
 

 

Escrito por Alexandre Andrade às 02h19
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dança imaginaria

Girassol girou e com a força da gravidade atraiu  prosas e versos,enquanto seu pólen espalhava poemas.

Girassol se afastou e com ele o Sol se apagou,

Então o girassol perplexo entendeu que não era ele que girava em torno do sol e sim, o sol que girava com ele dançando ao som de violinos imaginários. 

 (by Faby)

 

Escrito por Alexandre Andrade às 02h05
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